MEU PROPÓSITO: Por que quer participar do Guerreiros Sem Armas?
Quero me fortalecer ainda mais para continuar minha luta diária, conhecer pessoas que compartilham com meus objetivos e aprender. Sendo a vida um eterno aprendizado, devemos procurar viver coisas que nos engrandeçam e nos ensinem coisas boas, positivas, que nos façam ir além. Acho que o GSA me proporcionará isso. É mais ainda. Quero contribuir com o que sei, me doar também aos outros e fazer dos encontros uma troca de energia, ideiais e idéias. Se puder escolher, quero trabalhar no Guerreiros, ser parte da equipe organizadora, para usar o que estudo, a comunicação, para facilitar a vida de todos, já que a comunicação é isso. Uma ação em comum que nos une.
MEU COMPROMISSO: O que pretende fazer na volta do programa?
Multiplicar o aprendizado, desenvolver ações em que possa aplicar o que teremos trabalhado e continuar atuando no terceiro setor. Pode ser o momento ideal para desenvolver um projeto novo, de transformação social.
MINHA AÇÃO: Como você pensa que a experiência aqui, vai te influenciar ou te ajudar a agir onde você está?
Penso que a experiência ampliará a visão de mundo de todos que participarem e os fará ver o mundo de forma mais plural. Comigo claro, seria assim. Conviver com gente do bem, de todo canto, por 30 dias inteiros, num processo intenso de imersão não é uma experiência que se possa apagar. Acho que o GSA me faria também ver as coisas de forma mais prática, saber identificar os locais idieiais para pôr a mão na massa e como fazer isso, por onde começar. O mais difícil é sempre saber por onde começar.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Tarefa 1/7
Quem você está agora, nesse momento da sua vida?
Estou numa correria que adoro, estudante de Jornalismo (Comunicação Social) e de francês, estagiária da ONG Camará, vegetariana por ideal, amante de rádio e educomunicação e mais apaixonada por estudar e viajar do que nunca.
Como se sente?
Feliz e animada por encontrar cada vez mais pessoas que também querem realizar mudanças. Sinto-me com força, vontade e coragem para apostar em meus ideiais.
Quais são suas dúvidas profissionais?
Acabei de resolvê-las. Saí de dois estágios onde não podia dar voz ao que realmente acredito e parti para o chamado terceiro setor.
Quais são os seus sonhos?
Uma vez, uma professora me disse que (eu e o resto de minha sala) não sabíamos sonhar, pois ela nos falou de sonhos e apontamos metas, objetivos. Ela disse, então, que sonhos tem que ser próximos do impossível. Sempre me pego pensando nisso. Não sei se é sonho ou meta/objetivo, mas o que eu realmente quero é ver um mundo melhor e quero participar disso. Tudo que quero, tem isso como meta final. Quero menos desigualdade, menos mortes violentas, menos tristeza, menos destruição ambiental, menos ganância, menos egoísmo, uma mídia menos presa a interesses comerciais e mais verdadeira. Quero mais coletivo, mais oportunidade para todos, mais música, mais cor, mais dança. Mais alegria. Pra mim, isso é um mundo melhor. E busco fazer tudo para chegar nesse objetivo.
Quais são os seus desafios?
Dar passos para a mudança que quero todos os dias, realizar um bom trabalho nos quatro meses em que estagiarei no Camará, decidir o que farei de TCC no ano que vem, já que pretendo começar quão logo consiga decidir, administrar bem meu tempo (desafio presente no meu dia-a-dia há anos) e lidar sempre com a ansiedade.
Estou numa correria que adoro, estudante de Jornalismo (Comunicação Social) e de francês, estagiária da ONG Camará, vegetariana por ideal, amante de rádio e educomunicação e mais apaixonada por estudar e viajar do que nunca.
Como se sente?
Feliz e animada por encontrar cada vez mais pessoas que também querem realizar mudanças. Sinto-me com força, vontade e coragem para apostar em meus ideiais.
Quais são suas dúvidas profissionais?
Acabei de resolvê-las. Saí de dois estágios onde não podia dar voz ao que realmente acredito e parti para o chamado terceiro setor.
Quais são os seus sonhos?
Uma vez, uma professora me disse que (eu e o resto de minha sala) não sabíamos sonhar, pois ela nos falou de sonhos e apontamos metas, objetivos. Ela disse, então, que sonhos tem que ser próximos do impossível. Sempre me pego pensando nisso. Não sei se é sonho ou meta/objetivo, mas o que eu realmente quero é ver um mundo melhor e quero participar disso. Tudo que quero, tem isso como meta final. Quero menos desigualdade, menos mortes violentas, menos tristeza, menos destruição ambiental, menos ganância, menos egoísmo, uma mídia menos presa a interesses comerciais e mais verdadeira. Quero mais coletivo, mais oportunidade para todos, mais música, mais cor, mais dança. Mais alegria. Pra mim, isso é um mundo melhor. E busco fazer tudo para chegar nesse objetivo.
Quais são os seus desafios?
Dar passos para a mudança que quero todos os dias, realizar um bom trabalho nos quatro meses em que estagiarei no Camará, decidir o que farei de TCC no ano que vem, já que pretendo começar quão logo consiga decidir, administrar bem meu tempo (desafio presente no meu dia-a-dia há anos) e lidar sempre com a ansiedade.
Quem sou eu?
Vivo em busca de mudanças, para mim mesma e para o mundo. Vejo a vida como uma oportunidade maravilhosa de ser feliz e a mesma felicidade que quero para mim, quero para os outros, para todos. Ao contrário de muitos que vêm nosso mundo cinza (e nada fazem), vejo um mundo colorido, de maracatu pernambucano, carimbó paraense, jongo paulista, natureza, sorrisos e muita alegria de viver. Vejo também a tristeza, a fome, a miséria, a pobreza, a desigualdade. E não é esse o mundo que eu quero. Meu mundo tem cor, muita cor e quero colorir o mundo de todos. Ficar parado esperando um mundo melhor não funciona, por isso, corro em busca do que acredito. Busco construir o mundo que desejo a cada dia, nas pequenas atitudes e nas grandes também.
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